TEATRO | 2,5€ | ENTRADA LIVRE DE UM ACOMPANHANTE ADULTO POR CRIANÇA
EVENTO INFÂNCIA / FAMÍLIA [1.º DOM. MÊS]
15H | OFICINAS CRIATIVAS MUILTIDISCIPLINARES | 60MIN. | M/6
16H | ESPECTÁCULO | 40 MIN. | M/4
APRESENTAÇÃO CO-FINANCIADA PELA UE/ FEDER, QREN, MAIS CENTRO, INALENTEJO, POR LISBOA, O NOVO NORTE
Concepção e Direcção do Projecto: Alberta Lemos e Inês De Carvalho
Interpretação: Alberta Lemos
Música / Ambientes Sonoros: Carlos Guerreiro
Voz Convidada No “Tema Da Amélia”: Francisca Cortesão
Espaço Cénico / Figurinos: Inês Carvalho
Apoio à Construção Cenográfica: Teresa Negrão
Desenho de Luz: Nuno Borda de Água
Operação Luz e Som: Paulo Azinhaga
Fotografia: Hugo Martins
Direcção Oficinas Criativas:
Alberta Lemos - Drama / Exploração Sonora
Inês De Carvalho Plástica - Construção De Elementos Cénicos
Co-Produção: Alberta Lemos | Inês De Carvalho | O Espaço Do Tempo
Vive numa casa, de onde nunca saiu. E, lá fora, o mundo está cheio de coisas...
A partir de conceitos como a Abundância, o Excesso, a plasticidade do Corpo, do Som e do Espaço, a história da Amélia é o guião do espectáculo, onde as artes participam de forma integrada e onde o público é sempre criador e intérprete.
Em sessões que antecedem o espectáculo, o público-participante divide-se em dois grupos de trabalho nas seguintes áreas: construção de elementos cénicos, e dramatização e exploração sonora de alguns momentos do espectáculo.
Os resultados destas oficinas integram a apresentação do espectáculo que decorre imediatamente após a realização das mesmas, juntando-se nesse momento o restante público.
A história da Amélia é a estrutura do espectáculo, que depois é recriado pela presença e participação do próprio público. A temática tem como centro a ideia de Corpo-Casa: o olhar é atraído para um corpo que conta a história. Nele, os elementos cénicos convergem, num condensado de referentes, sinais, imagens. Numa dimensão de fuga, o ambiente sonoro conduz, cruza e confronta a narrativa.
“O excesso que diz inquietação, ironia, estranheza, surpresa. De tantos nós.
Como uma festa, abundante em cores, comidas, música, cheiros, lágrimas, desafinos e palavras que não se aguentam na voz.
A ABUNDÂNCIA SERVE-SE NUM PRATO COLORIDO SEM FUNDO”

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