ALMA GRANDE

SB 08 DEZ 21H30

TEATRO 5,00€ | 3,50€ [C/ DESC. HABITUAIS]

80 MIN | M/12
O BANDO

Texto: Miguel Torga - O Alma-Grande, in Novos Contos da Montanha
Encenação: João Brites
Música: Jorge Salgueiro
Interpretação: Filipa Pais, Gonçalo Amorim, Horácio Manuel, Nicolas Brites e Sara de Castro, com a participação de André Pato e Fátima Santos
Músicos: António Barbosa / Inês Vieira (violino), João Vasco / António Laertes (órgão), Mário Cabica / João Quítalo (clarinete baixo)

Baseado na obra de Miguel Torga e inspirado no imaginário de Marc Chagall, João Brites cria Alma Grande: um espectáculo de teatro onírico, que procura o contraste entre o lado luminoso e o lado sombrio da vida; um espectáculo de teatro que concentra a representação dos actos numa versão de concerto.

Alma Grande surge a partir de uma lenda... Dizem, que no tempo dos Cristãos Novos, havia uma figura conhecida por acabar com o sofrimento alheio... era o Abafador!

“Ó tio Alma Grande”, chamam... “Lá vai!” e segue viagem. Quando chega ao destino, olha para o relógio. Chegou a hora de abreviar um fim anunciado.

Entretanto, Isaac, gravemente doente na cama, trava uma luta difícil. Duas mulheres cruzam-se com ele, com o intuito de o salvar ou aliviar: Lia, Como a Luz do Dia vs Raquel da Sombra da Noite.

É uma história de amor, ódio e vingança... sobre a vida, a esperança e o inevitável...

“...Más coherente, significativa y sugerente me pareció la versión de cámara, puesto que no sólo no se pierde la simbologia y el sentido poético del texto sino que se acrecienta la plasticidad basada en las pinturas de Marc Chagal. En el escenario, los personajes realizan una especie de danza con una clara expresión de levedad. No se aprecian los cuerpos sino los espíritus de los personajes que se expresan, se emocionan, viven y mueren. Tanto el trabajo actoral como la puesta en escena me fascinó. Sin duda, el montaje de O Bando hay que considerarlo como una gran apuesta por la originalidad, con resultados excelentes debido a una realización inteligente e impecable.”

Manuel Sesma Sanz