A PAR D'ILHS E AMIGOS NA FAINA MUSICAL

SB 13 DEZ 21H30

MÚSICA | 1.ª PLATEIA 6€ | 2.ª PLATEIA E BALCÃO 4€   
XXV ANIVERSÁRIO DOS A PAR D'ILHÓS | 120MIN [C/ INTERVALO] | M/3

Director Musical, piano, acordeão e voz: Nuno Alexandrino Silva
Violoncelo: Ana Domingas Matos
Violino: Maria Emiliana Silva
Violino: Ricardo Pires
Voz e Flauta Transversal: Isabel Amador
Voz e percussões: Maria José, Glória Costa, Eduardo Costa
Coordenadora, voz e percussão: Gabriela Almeida
Voz: Carla Gaspar, Júlia Matos, Eugénio Costa, António, Manuel Sá
Voz, viola e flauta: Eduardo Lopes
Voz, cavaquinho e braguesa: Ferreira da Costa

Inicialmente um grupo de jovens ligados às actividades da paróquia de S. Pedro de Pardilhó, transformou-se numa associação com a finalidade de recolher, cantar e divulgar o património musical da sua região e também do país em geral.

Ao longo destes vinte e cinco anos os a par d’ilhós passaram por várias etapas e transformações, sempre com um elo comum “A Amizade e o gosto pela Música” e é esta receita que lhes dá pernas para continuar a procurar sempre novos caminhos.

Os a par d’ilhós realizaram concertos e espectáculos de Norte a Sul de Portugal, nos E.U.A., em França e vários programas de televisão.

São quatro os trabalhos discográficos dos a par d’ilhós:
1992-Marinhando; 1994-Cantigas n’Areia; 2001-…de lés a lés… e 2008- a par d’ilhós-ensemble ao vivo. É deste último trabalho que actualmente os a par d’ilhós apresentam o seu espectáculo:

Um pequeno grupo de câmara (dois violinos, um violoncelo, um piano) acompanham um pequeno coro de 12 elementos que interpretam temas da nossa música tradicional Portuguesa enquanto introduzem um diálogo com as vozes que rasga completamente com qualquer tipo de classificação de “tradicional”. A nossa música tradicional é apresentada com uma nova roupagem, tornando este projecto inédito e inovador em Portugal.

Venham comemorar com os a par d’ilhós vinte e cinco anos de Música e Amizade.

 

A Associação "a par d'ilhós" nasceu em 1983 na freguesia de Pardilhó, mesmo na borda da ria de Aveiro, e desde então que se dedica à recolha e divulgação da Música Tradicional Portuguesa.

Cantam temas retirados da música tradicional Portuguesa, respeitando as melodias e texto tradicionais, são depois harmonizados a 3 e 4 vozes e acompanhados por dois violinos, um violoncelo e um piano, que são “confrontados” de quando em vez por uma gaita de beiços ou um pífaro, que teimam em marcar presença em temas conhecidos de toda a gente. Uma mistura de tradicional com classico, de Bach a Piazzola, de Portugal com o resto do mundo... Com arranjos e harmonizações de Nuno Alexandrino, director musical deste projecto.

Constituído por um grupo de grandes e bons amigos, ao longo de mais de 2 décadas têm efectuado centenas de concertos no país e também estrangeiro, e marcaram presença na RTP várias vezes.

A Associação “a par d’ilhós” dedica-se à recolha e divulgação de Música Tradicional Portuguesa, nas suas mais variadas formas e géneros. A maior parte das músicas que tocam, foi recolhida em casas de pessoas mais velhas da freguesia de Pardilhó e freguesias vizinhas, e outras foram encontradas em cancioneiros populares. A partir daí trabalham-nas e fazem os seus próprios arranjos.
Nos seus concertos são usados vários instrumentos: acordeão, cavaquinhos, bandolins, violas, guitarras, bombos etc.
Nas suas actuações envergam trajes que, sem respeitar o rigor etnográfico, são confeccionados com tecidos feitos em teares manuais de Pardilhó.

Pelo caminho ficam 4 trabalhos discográficos, muitos projectos musicais, muitas aventuras, e muitas histórias para contar...

Projecto ensemble é o mais recente projecto da associação a par d’ilhós. Um pequeno grupo de câmara (2 violinos, 1 violoncelo, 1 piano) acompanham um pequeno côro de 14 elemento que interpretam temas da nossa música tradicional Portuguesa enquanto introduzem um diálogo com as vozes. A nossa música tradicional é apresentada com uma nova roupagem tornando este projecto inovador em Portugal. Ao nível vocal os temas são cantados respeitando as melodias tradicionais, e textos, apesar de harmonizados a 3 e 4 vozes. O ensemble actua geralmente em pequenas salas, de acústica favorável, no meio do público, criando um ambiente de grande cumplicidade e intimidade.

 

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