CIRCUS CONTRAPTION (EUA) - THE SHOW TO END ALL SHOWS

SB 15 NOV 22H00

VARIEDADES | 1.ª PLATEIA 8€ | 2.ª PLATEIA 6€ | BALCÃO 4€
BURLESCO | CABARET | CIRCO | 105 MIN. | M/3
EXTENSÃO DO BURLA – FESTIVAL DO BURLESCO (THEATRO CIRCO – BRAGA)

Stage manager, set designer, master carpenter, Monday Man: Terry Podgorski
aerialist, dancer, acrobat, costumer, stilt walker, merchandise coordinator, lovely and talented assistant: Kari Podgorski
Acrobat, publicity coordinator, costumer, stilt walker, aardvark, giant worm, cataleptic: Evelyn Doreen Bittner
Acrobat, technical director, rigger, contraption engineer, stilt walker, giant housefly, person of interest, Odditorium proprietor: Jason Clark Williams
Clarinetist, music director, pianist, accordionist, composer, treasurer, webmaster, director of small packages: Kevin Hinshaw
Juggling: Leif Olson
Co-founder, artistic director, aerialist, dancer, costumer, acrobat, insect tamer, aardvark, stilt walker, fortune teller: Lara Paxton
Sousaphonist, ukelelist, accordionist, banjo man, vocalist, songwriter, tutu wearer: Drew Keriakedes
Bassist, leather craftsman, quipster: Joseph Albanese
Vocalist, trumpet strumpet, dancer, Opera Diva, costumer, volunteer coordinator: Sarah Breznau
Drummer, aerialist, acrobat, carpenter, songwriter, stuntman extraordinaire: Matt Manges
Co-founder, ringmaster, vocalist, percussionist, songwriter, maskmaker, fire-eater: David Crellin
Accordionist, pianist: Hugh Sutton
Managing director: Erin Brindley
Performer and acrobat: Maximillian Davis

 

O Theatro Circo de Braga volta a organizar o BURLA Festival do Burlesco nos dias 8 e 14 de Novembro. Este ano, junta-se como extensão deste festival, o Cine-Teatro de Estarreja, no dia 15 de Novembro com Circus Contraption.

O Circus Contraption é diferente de qualquer circo que já se tenha visto antes. É uma espécie de circo, e é também um espectáculo de  vaudeville e cabaret. Como a troupe o descreve, o Circus Contraption “cria performances surreais e interdisciplinares incorporando música original ao vivo, números de circo e arte performativa”.
Um espectáculo de grande energia incluindo uma ecléctica variedade de números.

The Show to End all Shows (espectáculo para acabar com todos os espectáculos) faz-nos imaginar uma família dona de um circo, com todo o seu glamour, brilho e exagero típicos dos anos 70 e 80.
Mas a altura em que decorre este espectáculo é agora, ou até mesmo um pouco no futuro, e o glamour começa mostrar sinais de decadência.

Um sentido iminente de destruição paira sobre o circo, à medida que tudo começa a correr mal sobre a tenda de lona…
O apresentador, que nos faz lembrar um patriarca de uma seita fundamentalista, insiste em que o mundo do circo não está nos seus últimos estertores, tentando convencer não só seus colaboradores como a audiência, expectante.

Esta saborosa e inevitável descida para o esquecimento vai buscar inspiração aos Circos do Excesso nas antigas décadas de decadência, e apresenta números tradicionais de circo, tais como as focas amestradas e as suas bolas saltitantes, sereias voadoras, pequenos cães cor-de-rosa, tudo reimaginado pelos seus equivalentes humanos do Circus Contraption, com uma banda sonora esfusiante da incrível Circus Contraption Band (uma miscelânea híbrida de banas sonoras de Fellini e Tom Waits).
A sua última invenção, uma demente interpretação das tradições e mitos americanos, conta-nos também a história do Espectáculo que tem de continuar – “the show must go on” -, apesar de toda as evidências apontarem para o facto de que o Espectáculo, e talvez mesmo o Mundo, se irão extinguir com o correr da cortina, após o acto final…

Em 2007 iniciou-se em Braga o BURLA – I Festival do Burlesco no Theatro Circo de Braga. Depois de uma série de outros espectáculos ao longo de 2007 e 2008 do movimento revivalista de burlesco e vaudeville norte-americano, em especial na Costa Oeste, a aceitação por parte de públicos e programadores desta arte centenária começa a fazer-se sentir de forma generalizada pelo país. Neste 2º ano o Festival alargou o seu âmbito geográfico, ainda que assumindo diferentes nomes em diferentes cidades. Além de Braga voltar a acolher este festival junta-se Portalegre, Estarreja, Lisboa e Vila Real.

Depois da realização do BURLA – I Festival do Burlesco em Setembro e Outubro do ano passado onde estiveram presentes Glam-O-Rama Girly Show, Vermillion Lies e Lucent Dossier Vaudeville Cirque (que recentemente regressaram ao nosso país para participarem no Festival Alive!) a SMOG associou-se aos municípios de Braga, Estarreja, Portalegre e Vila Real para a organização de um mês associado ao Burlesco, Cabaret e Circo dos Estados Unidos da América.

O Theatro Circo de Braga volta assim a organizar o BURLA – Festival do Burlesco nos dias 8 e 14 de Novembro, com Circus Contraption e Atomic Bombshells, respectivamente. Este ano, junta-se como extensão deste festival, o Cine-Teatro de Estarreja, no dia 15 de Novembro com Circus Contraption.

Portalegre no âmbito do seu Festival de Sons do Mundo que realiza anualmente, o Centro de Artes do Espectáculo, decidiu dedicar a temática deste ano ao Burlesco norte-americano, realizando o espectáculo dos Circus Contraption a 14 de Novembro e das Atomic Bombshells a 15 de Novembro.

O Cabaret Maxime em Lisboa vai ainda ser o palco da estreia absoluta no nosso país do espectáculo das Atomic Bombshells, no dia 13 de Novembro.

Por sua vez o Teatro de Vila Real acolhe os Circus Contraption no dia 22 de Novembro, encerrando este mês do Burlesco e Cabaret norte-americano em Portugal.


CIRCUS CONTRAPTION

Yes, it's true. Circus Contraption has unveiled a brand-new production: The SHOW to End All SHOWS.

A departure from Circus Contraption’s usual turn-of-the-century fare, The SHOW to End All SHOWS imagines a family-owned circus with all of the glamour and glitz of the 70’s and 80’s. The time, however, is now, or even slightly in the future, and the glamour shows signs of decay. A sense of imminent destruction looms as things begin to go awry under the tent. The Ringmaster, (a Jim Jones-style patriarch), insists upon the willful denial of their world’s demise by not only his progeny, but also the audience. This joyful romp to oblivion will draw inspiration from the circuses of excess in those decades of decadence, and feature “traditional” circus acts such as ball balancing seals, aerial mermaids, and pink poodles, all reimagined by their human counterparts in Circus Contraption and scored by the incredible Circus Contraption Band, (“A lurid hurdy-gurdy hybrid of Fellini soundtracks and Tom Waits” – The Stranger) Their latest twisted take on Americana also tells the story of the show that must go on, despite all evidence that the show, maybe even the world, will be extinguished before the closing act.
For ten years, Circus Contraption has been at the forefront of the modern circus movement. After six years at Sand Point Magnuson Park, Circus Contraption returns to its birthplace, Fremont, to transform the old Red Hook Brewery warehouse, (the south end of Theo Chocolate), into Seattle’s own alternative big-top. And for the first time, Circus Contraption is collaborating with a team of top-flight theater professionals: director Erin Brindley (a recent New York import), scenic designer Jennifer Zeyl, lighting designer Ben Zamora, and costume designer Christine Tschirgi.
Brindley received “Most Memorable Production of 2004” honors from Backstage for her collaboratively developed New York production Innocent When You Dream, and Zeyl won The Stranger Genius Award for theater in 2006.

"A fantastic and demented evening of entertainment" - Seattle Weekly
 “…moments of pure genius… DON’T MISS!” – TimeOut NY
One of the “Best of 2005” new theatre shows - The L Magazine (New York)
“… chances to see shows this fun come along rarely at best.” - NYTheatre.com
“Tim Burton would sell his soul for just a sip of this vintage vaudeville” – The Stranger (Seattle)
"Deliciously sinister." “…an impressive array of talent, discipline and ingenuity…” - Seattle Post- Intelligencer

 

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