HISTRIA DE UMA GAIVOTA E DO GATO QUE A ENSINOU A VOAR

DOM 05 ABR 16H00

DE LUÍS SEPÚLVEDA, PELO TEATRO ART’IMAGEM

TEATRO | 2,50€ |
PASSE ART’IMAGEM: HISTÓRIA DE UMA GAIVOTA… + PTOLOMEU [18ABR.] | 5€
ENTRADA LIVRE DE UM ACOMPANHANTE ADULTO POR CRIANÇA

EVENTO INFÂNCIA / FAMÍLIA [1.ºDOM MÊS] | 60 MIN. | M/4

Texto: Luís Sepúlveda, tradução de Pedro Tamen
Dramaturgia e encenação: Pedro Carvalho e Valdemar Santos
Interpretação e manipulação: Flávio Hamilton, Pedro Carvalho, Teresa Alpendurada e Valdemar Santos
Música original: Carlos Adolfo
Vídeo: Paulo Martins
Desenho de luz: Leunam Ordep
Direcção plástica: Sandra Neves
Execução plástica: Sandra Neves, Joana Caetano, Manuela Carneiro, Mónica Almeida
Execução cenográfica: José Lopes
Operação técnica: Ricardo Santos
Direcção de cena: Carina Moutinho
Apoio à manipulação: Eduardo R. Cunha .Tatán. (Tanxarina Títeres, Galiza)
Fotografia de cena: Marcos Araújo
Assistente de produção: Claúdia Silva
Direcção de produção: Jorge Mendo
Direcção artística Teatro Art. Imagem: José Leitão

Uma gaivota, vítima da poluição de uma maré negra, confia o seu pequeno ovo a um gato chamado Zorbas, pedindo-lhe para cumprir três promessas: não comer o ovo; cuidar dele até nascer a gaivotinha; e, por fim, ensiná-la a voar.
Zorbas pede então ajuda a três amigos (Colonello, Sabetudo e Barlavento) para tentar levar a cabo a estranha missão de cuidar da gaivotinha.
Depois de passarem por muitos perigos para cumprirem as duas primeiras promessas, eles têm que recorrer a alguém muito especial para os ajudar a cumprir a terceira (ensiná-la a voar !) mas, para isso, têm que quebrar o tabu dos gatos...

A História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar é um espectáculo para todos os públicos e para aqueles "que à beira do abismo compreenderam que só voa quem se atreve a fazê-lo".

Malditos Homens, mas não todos ou Uma fábula na plateia e no palco

Na plateia uma instalação audiovisual é a ante-câmara do espectáculo, que nos remete para o universo fantástico do mundo animal.
Segue-se o prólogo trágico da peça representado numa curta metragem vídeo que invade o palco fazendo a fusão com a coreografia de silhuetas, vultos e sombras. Depois vem a história contada por marionetas de polioretano flexível que permitem uma manipulação directa e uma estreita relação de cumplicidade com os actores que lhe dão vida.
A história desenrola-se numa cenografia móvel e em micro-escala, onde as atmosferas sonoras e as nuances de luz e de sombras sublinham a plasticidade e oferecem o relevo e o "zoom" ao espectáculo.
Esta fábula ecológica e social escrita por Luís Sepúlveda representa o regresso do Teatro Art'Imagem ao universo dos objectos, dos actores e das formas animadas.
- Mama Mia!!!

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