WRAYGUNN - APRESENTAM SHANGRI-LA

SB 09 FEV 21H30

SICA | 7,5€
ROCK | BLUES | SOUL


1.ª PARTE SEAN RILEY & THE SLOWRIDERS

www.myspace.com/wraygunn
Voz, guitarras: Paulo Furtado
Voz: Raquel Ralha, Selma Uamusse
Teclados e sampler: Francisco Correia
Baixo: Sérgio Cardoso
Percussão e bateria: João Doce
Bateria, percussão e Hammond: Pedro Pinto   

www.myspace.com/seanrileymusic      
Voz, guitarras: Sean Riley
Baixo e melódica: Bruno Simões
Teclados e bateria: Filipe Costa


Desde a sua estreia que os Wraygunn não pararam de crescer, baseados em dois alicerces fundamentais: por um lado os discos, reconhecidos pela crítica e pelo público como autênticos marcos no novo rock produzido em Portugal; por outro, os espectáculos intensos apresentados por uma máquina Rock’n’Roll oleada ao pormenor, considerada por muitos a melhor banda portuguesa ao vivo.

Os Wraygunn são, neste momento, um dos projectos mais excitantes dentro da nova música portuguesa, com uma carreira invejável a nível internacional. Foram disco do ano no diário francês Liberation e na revista Epok, disco do mês na revista Rock´n´folk, são presença assídua em páginas de imprensa tão variada como a Paris Match, Time Out London, Les Inrockuptibles, só para nomear alguns.

Este espectáculo destina-se a apresentar o último trabalho dos Wraygunn, Shangri-la (que foi presença assídua no Top+, da RTP1), considerado Disco Português do Ano pela revista Blitz. Este trabalho está mais uma vez impregnado de música negra, desta vez a Soul e o Funk, mas está também inundado de electrónica analógica e até de pitadas de groove disco como meios de renovação da herança primordial da banda – o mais irreverente e iconoclasta Rock’n’Roll. A não perder esta oportunidade de os ver ao vivo, já que a tournée prossegue em Abril para Espanha, França, Suiça, Bélgica e Alemanha.

"...a obra maior dos Wraygunn, um exercício de variações sobre as normas clássicas do rock, escrito para deitar abaixo qualquer palco que a banda pise."
**** (4/5) João Bonifácio, in Ípsilon, Público


Desde a sua estreia em disco, com o e.p. “Amateur”, que a banda não parou de crescer, baseada em dois alicerces fundamentais: por um lado os discos, reconhecidos pela crítica e pelo público como autênticos marcos no novo rock produzido em Portugal; por outro, os espectáculos intensos apresentados por uma máquina Rock’n’Roll oleada ao pormenor, considerada por muitos a melhor banda portuguesa ao vivo.

Foi assim com “Soul Jam”, o seu primeiro longa-duração, que confirmava a energia contagiante dos concertos dos Wraygunn, a qualidade das suas canções e o carisma inquestionável de Paulo Furtado.

Foi assim com “Eclesiastes 1.11”, que nos mostra uma banda madura, com um discurso rico e fortemente personalizado, num álbum que adopta os Blues e as raízes Gospel da música negra norte-americana para se afirmar como um momento ímpar do Rock’n’Roll deste novo milénio, que lhes viria a abrir as portas do mercado internacional, com resultados extraordinários em território francês, onde atingiu números de vendas superiores às 10 mil unidades e o apoio entusiástico da crítica, estando entre os eleitos do ano para publicações de referência como a Rock & Folk , a Inrockuptibles e o diário Libération.

É assim mais uma vez com Shangri–La, considerado disco português do ano pela revista BLITZ, que nos mostra uns Wraygunn ao nível do melhor que se faz em qualquer parte do mundo. “Shangri-La”, que conta com convidados como Matt Verta-Ray (Speedball Baby e Heavy Trash) e Vidal (Blind Zero) e com a produção de Nelson Carvalho e Paulo Furtado, está mais uma vez impregnado de música negra, desta vez a Soul e o Funk, mas está também inundado de electrónica analógica e até de pitadas de groove Disco como meios de renovação da herança primordial da banda – o mais irreverente e iconoclasta Rock’n’Roll. São treze canções que nos mostram os Wraygunn no pleno da sua forma, num disco extraordinário que estará certamente entre os mais marcantes álbuns produzidos em Portugal nos últimos anos e significará com certeza a consolidação da banda a nível internacional.

"...torna-se agora quase impossível passar ao lado do que, em 13 momentos inspirados, os Wraygunn querem mostrar ao mundo."
***** (5/5)
Luís Guerra, in Blitz

Está encontrado, provavelmente, o disco português do ano."
Pedro Figueiredo, in DiscoDigital

 

Os Sean Riley & The Slowriders, que recentemente editaram o álbum de estreia Farewell, farão a primeira parte do espectáculo.
Sean Riley é um songwriter com uma maturidade invulgar para um estreante, detentor de uma voz de múltiplas virtudes e notável projecção, simultaneamente versátil e encantadora. A sua guitarra destila meio século da história do pop/rock. Os Slowriders são dois, Bruno Simões alterna entre o baixo e a melódica e Filipe Costa assegura os teclados e a bateria.
 
O disco de estreia, Farewell, prima pela pureza da voz e pela riqueza dos instrumentos em temas intensos sujeitos a arranjos de um sóbrio bom gosto. Uma fabulosa colecção de 11 canções, com potencial para se tornarem clássicos onde se cruzam a folk, o country, o rock e os blues. Um piscar de olhos a nomes como Bob Dylan, Nick Cave, Velvet Underground ou Townes Van Zandt, num estilo único no nosso país.