HISTRIAS NA HISTRIA [NOS CASTELOS DE D. AFONSO HENRIQUES | AUTO DA BARCA DO INFERNO]

DOM 01 JUN 17H00

MÚSICA | TEATRO | 2,5€ | ENTRADA LIVRE DE UM ACOMPANHANTE ADULTO POR CRIANÇA [<12]
EVENTO INFÂNCIA / FAMÍLIA [1.º DOM. MÊS] | 135MIN. [C/INTERVALO] | M/6
ESPECTÁCULO PROTAGONIZADO POR ALUNOS DA ESCOLA PADRE DONACIANO DE ABREU FREIRE C/ APOIO CTE

Elenco Nos Castelos de D. Afonso Henriques:
Alunos que frequentam o Clube de Música das turmas H, I e J do 6º ano.

Elenco Auto da Barca do Inferno:
Meninas da Alcoviteira: Ana Sá, Ana Catarina Teixeira, Catarina Rodrigues
Brísida Vaz: Ana Luísa Salgado
Anjo: Ana Margarida Tavares
Cavaleiro: António Cabral, Miguel Oliveira, Sandro Ferreira
Procurador: Carla Ferreira
Corregedores: Daniela Aguiar, Daniela Esteves
Frade: Daniela Jesus
Sapateiro: Inês Rodrigues
Pajem: Joel Tigeleiro
Parvo: Jorge Santos
Enforcado: Luís Rodrigues
Fidalgo: Luís Silva
Florença: Maribel Magina
Companheira do Diabo: Paula Nunes
Diabo: Pedro Pereira
Judeu: Rui Ferreira

 

Histórias na História é um momento de apresentação de duas actividades desenvolvidas em projectos distintos, que têm em comum o facto de espelharem aprendizagens e vivências de alunos da Escola Padre Donaciano de Abreu Freire no seu dia a dia na escola.

A primeira parte do espectáculo é uma ópera ligeira - Nos Castelos de D. Afonso Henriques - com a duração de 45 minutos. A segunda parte é um teatro de marionetas, Auto da Barca do Inferno, com base na obra de Gil Vicente, com a duração de 75 minutos.

A ópera ligeira Nos Castelos de D. Afonso Henriques é um fantasiado encontro entre castelos, que subitamente se apercebem de que não sabem onde anda D. Afonso Henriques. Tendo a sua história, de uma ou outra forma, estado ligada ao que foi o primeiro Rei de Portugal, eles embarcam num relato dos episódios que as suas muralhas presenciaram, no sentido de darem pistas sobre o seu rasto. A pouco e pouco, a ansiedade vai crescendo, até que o Castelo de Lisboa, na sua narrativa tocante, se apercebe de que todos os relatos, incluindo o seu, não passam de referências ao passado, já que o presente de todos está vazio. Num momento de súbita lucidez, Coimbra participa então que D. Afonso Henriques morreu e está sepultado na Igreja de Santa Cruz e é então que todos os castelos abandonam por momentos o passado para se olharem e tomarem consciência do seu presente sem futuro.

O apelo e a mensagem desta ópera incidem sobre a necessidade de conhecer o passado para entender o presente e perspectivar o futuro.É, igualmente, um apelo à preservação do património histórico edificado e, através da pesquisa e da reanimação de episódios do passado, ao fortalecimento de uma consciência e identidade regional e nacional.

Em Auto da Barca do Inferno os alunos/ actores colocam as máscaras e transformam-se nas personagens do “mestre Gil”. É altura de recordar as aulas de Língua Portuguesa, agora de forma muito mais divertida… As máscaras misturam o colorido que trouxeram da Oficina de Artes com a vontade de dar corpo a um projecto sonhado pela turma: representar o Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente.